|
|
|
| Pontos Turisticos |
 |
|

MORRO FERRABRAZ
“Vôo Livre”: A adrenalina que o Morro Ferrabraz
proporciona aos inúmeros visitantes tem uma
explicação. É que os 779 metros de altura garantem
uma vista privilegiada da cidade e dos municípios
vizinhos, podendo, inclusive, identificar no
horizonte as construções e luzes de Porto Alegre.
Como se não bastasse, o local é freqüentado por
pilotos de todo o Brasil, e até mesmo do exterior,
em busca de boas térmicas para a prática do vôo
livre. Inúmeras asa-deltas e paraglaiders decolam do
pico do morro em busca da sensação de estar voando,
mesmo com asas artificiais.
A emoção também aumenta por conta dos campeonatos de
Down hill (descida de bicicleta do morro em cerca de
5 minutos), mountain bike e motocross que ocorrem no
local. As trilhas ecológicas, cascatas escondidas e
outros pontos a serem descobertos completam a
diversidade de atividades a serem realizadas no
morro. Muitos ainda acreditam que o local só foi
totalmente desbravado pelos Mucker, que viveram lá
no século passado. É por estes motivos que o Morro
Ferrabraz é considerado um dos principais atrativos
de Sapiranga.
Como prática do vôo livre, o morro é
tradicionalmente o ponto onde se consagram os
melhores pilotos de asa delta.

CAMINHOS DE JACOBINA
Sapiranga é um espaço atraente, procurado por muitas
pessoas que desejam manter o contato com a natureza
próximo dos centros urbanos e visitar o roteiro
Caminhos de Jacobina. Este roteiro pode ajudar você
a conhecer mais o episódio dos Mucker.

CASA TOMBADA
A casa construída em 1845 pelo imigrante alemão
Johan Schmidt, permanece até hoje, constituindo-se
numa das casas mais antigas de Sapiranga. De estilo
enxaimel, a casa foi erguida com paredes feitas com
barro socado, amontoando-se certas porções até
completá-las. Postes, linhas, barrotes e caibros,
com encaixes feitos a martelo e talhadeira e fixados
com tacos de madeira formavam a estrutura da
residência. O telhado era feito de tabuinhas
engatadas em ripas. Mais tarde, quando apodreciam,
eram trocadas por telhas de folhas de zinco ou
telhas de barro.(A casa tombada foi restaurada).
CEMITÉRIO AMARAL RIBEIRO
Mantém o túmulo de quatro moradores de Sapiranga,
mortos no conflito com os Mucker, em 26 de julho de
1874. A arte funerária e as inscrições nas lápides
do século XIX mostram traços culturais e religiosos
da comunidade.

ESTÁTUA CORONEL GENUÍNO SAMPAIO
Estátua erguida por colonos próximos à residência de
Jacobina. Em 1874, nesse local, travaram-se duas
batalhas entre soldados do Coronel Genuíno Sampaio e
o grupo de Jacobina.

CRUZ DA JACOBINA
Neste local, Jacobina e alguns do seu grupo se
abrigaram para fugir do confronto com seus
perseguidores. A cruz foi colocada no início do
século XX, depois da visita de um dos remanescentes
do confronto. Acredita-se que neste local Jacobina
tenha sido assassinada.
PEDRA BRANCA DE JACOBINA
Neste local foi construída uma escadaria com 250
degraus, permitindo visualizar a caverna que foi o
último esconderijo de Jacobina

COLÔNIA DE JACOBINA
A propriedade serviu como locação para o filme “A
Paixão de Jacobina”. Possui uma casa em estilo
enxaimel, com mais de cem anos e reproduções dos
personagens do filme, um galpão onde foi filmada a
cena final e a trilha das Três Quedas com acesso a
cascatas onde se pode tomar banho. Zona Rural –
Picada Schneider – Fone: 3599-2768 / 96719370

MUSEU MUNICIPAL
Construído para sediar a Estação Ferroviária em
1903, é a sede do museu desde 1996. As peças contam
a história da viação férrea e da colonização alemã.
Partindo do slogan “Museu é Vida”, ele registra e
resgata os vários aspectos da cultura. Arquivo
fotográfico, Museu itinerante, projeto Memória Oral,
Reconstruindo nossa História, exposições de diversos
temas. Localiza-se na Av. 20 de Setembro, 3675 -
Informações fone: (51) 3559-4751

MONUMENTO AO IMIGRANTE
Construído para marcar a data do sesquicentenário da
Imigração Alemã comemorado em 1974. É uma homenagem
ao povo que fez do Brasil a sua nova pátria.

CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA LÚCIO FLECK
Considerado um dos melhores do sul do país, o Centro
de Cultura possui amplo espaço para a realização dos
principais eventos do Município. Desde teatro,
dança, música, cinema, palestras e exposições, sua
capacidade é de 494 lugares. Localiza-se na Rua 7 de
Setembro, 766 – Fone: 3599-4058

FESTA DAS ROSAS
Nos arquivos do Museu Municipal de Sapiranga,
encontramos duas citações quanto à origem da
denominação que nossa cidade recebeu: “Sapiranga –
Cidade das Rosas”.
A primeira referência aparece numa pesquisa feita
pelo repórter Caubi Silva. Na Biblioteca Municipal e
outras fontes, quando verificou que a idéia partiu
do professor e jornalista Moniz Pacheco, comprovada
por um artigo de sua autoria, na edição nº 139,
de24/12/60, de “O Ferrabraz”,cujo teor é o seguinte:
“Sapiranga também tem motivos encantadores para
constituir o seu brasão e nós indicamos aqui
aspectos marcantes da evolução histórica, econômica
e social de nossa cidade”. Nosso emblema seria
dividido em quatro partes, apresentando os seguintes
símbolos: perfil do Morro Ferrabraz, indicativo de
sua localização; figura do agricultor com a
tradicional enxada, representando a sua primeira
fonte de riqueza; chaminé, característica do seu
atual desenvolvimento industrial e finalmente, um
ramo de rosinhas dos canteiros da cidade.
Como Legenda, chamaríamos Sapiranga a “Cidade das
Rosas”, rosas que embelezam os canteiros das ruas e
os jardins da cidade; rosas que simbolizam o
espiritualismo e o sentimento estético dos
sapiranguenses; rosas que transformam em festa
perene toda a cidade, acenando, com o seu perfume e
na policromia das suas pétalas como um gesto
carinhoso e hospitaleiro para o visitante.
Fica aí a sugestão. Com votos de que saibamos
aproveitar o que temos de mais preciosos, de mais
enternecedor. (“M.P.)”
A segunda, e a mais divulgada, é aquela que atribui
a Osvaldo Goidanich (primeiro Diretor do Serviço
Estadual de Turismo do Estado), que em 1964, quando
em visita à nossa cidade, surpreendeu-se com grande
número de rosas que eram cultivadas pelas famílias
sapiranguenses e sugeriu que Sapiranga fosse chamada
de “Cidade das Rosas”
Neste mesmo ano, a administração, liderada pelo
prefeito Oscar Balduíno Petry, aceitando a sugestão,
iniciou o cultivo de rosas através de vários
viveiros. Foram feitos canteiros nas vias públicas,
criando praças exclusivas para rosas. Neste período,
o Lions realizou palestras em escolas e entidades da
comunidade, solicitando a colaboração da população
para o devido cuidado das rosas.
A Festa das Rosas foi oficializada pela Lei
Municipal de 04/11/64, passando a ser realizada no
terceiro domingo de novembro nos anos ímpares.
Na primeira edição da festa não houve escolha da
rainha, somente no ano de posterior onde o critério
era a venda de votos, cuja soma total era revelada
durante o baile. Nos concursos seguintes , a escolha
da rainha e suas princesas foi feitas por um corpo
de jurados.
A festa contava ainda com atividades como o concurso
de jardins e buquês, desfile de carros alegóricos,
exposição industrial no Palácio de Esportes com os
principais produtos e indústrias do município,
apresentação de corais, bandas marciais, desfiles de
escolas, atividades esportivas, corrida de
bicicleta, gincanas e shows artísticos variados.
Inicialmente, a festa foi realizada anualmente. A
partir de 1970, passou a acontecer de dois em dois
anos. O local do baile era o Clube 19 de Julho e o
da exposição era o Palácio de Esportes. Mais tarde a
festa ocorreu ao ar livre, no Parque do Imigrante.
Entre os aspectos que se fizeram presentes, podemos
destacar em todos os eventos a confiança, a
colaboração da comunidade, que não medem esforços
para a realização da festa.
Até 1986, a Festa das Rosas realizou-se
regularmente. A partir desse ano, tivemos 11 anos
sem a realização da mesma.
Em 1997, resgatando valores da nossa comunidade, a
Festa das Rosas voltou a acontecer no Parque
Municipal do Imigrante, que contou com uma ampla
rede gastronômica, apresentações artísticas,
exposição industrial, cultural e esportiva. |
|
|
|
| |
|
|